Diante
de 18 mil torcedores, volante marca o primeiro gol dele com a camisa
cruz-maltina, e vitória deixa time com 100% de aproveitamento na Taça Guanabara
Momentos
antes do jogo
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O
reencontro do Vasco com a torcida capixaba depois de seis anos foi caloroso
neste sábado, na vitória de 1 a 0 sobre o Boavista, no estádio Kleber Andrade,
em Cariacica, em duelo válido pela segunda rodada da Taça Guanabara. A
disposição nas arquibancadas com presença de 18 mil presentes - sendo 16.500
pagantes para R$ 826.200,00 de renda -, foi correspondida em campo, com entrega
e futebol suficiente. Nenê comandou, Marcelo Mattos marcou o primeiro com a
camisa do Vasco, e o time segue invicto na temporada, com 100% de
aproveitamento no segundo turno do Campeonato Carioca
Em terras capixabas por decisão do mandante
Boavista de fazer dinheiro com a partida, o Cruz-Maltino engata a segunda
vitória na Taça Guanabara e soma seis pontos - o time da Região dos Lagos tem
três. Na próxima rodada, os vascaínos enfrentam o Botafogo, domingo, em São
Januário; no mesmo dia, a equipe de Saquarema encara o Fluminense em Los
Larios.
O
coro em peso da torcida fazia eco nos lances de efeito da Nenê, que abusava da
habilidade com a perna esquerda. O time se empolgou e criou boas chances. Luan
aparecia muito na frente, mas quem tratou de balançar a rede foi outro homem de
marcação: Marcelo Mattos anotou de cabeça, após escanteio de Nenê e desvio de
Julio dos Santos, o primeiro dele com a camisa do Vasco.
Da
parte do Boavista, muita bateção de cabeça e nada de criação. Pelo contrário. O
pisão feio de Victor em Nenê mostrava certo destempero. O Vasco diminuiu o
ritmo, possibilitando crescimento do rival, que pouco ameaçou. Caio Monteiro
entrou bem, a tabela entre Thalles e Diguinho quase terminou em gol, Madson
perdeu o gol mais feito da carreira, e o placar ficou mesmo no magro, mas
Passe
de calcanhar, de letra. Tabelas insinuantes, muito veneno nas bolas paradas e
dribles de efeito estilo futsal. Nenê viveu grande tarde em Cariacica, abraçado
pela grande massa que ocupou o estádio e ditou o ritmo do camisa 10. O Boavista
corrigiu a marcação durante a partida, e acabou abusando da violência em alguns
momentos. O jovem Caio Monteiro entrou na segunda etapa e também se destacou.
Confira aqui:
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